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Vendas da Fibria têm aumento de 14%

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Vendas da Fibria têm aumento de 14%

De abril a junho de 2017, a Fibria vendeu 1,534 milhão de toneladas de celulose, um aumento de 14% na comparação com o mesmo período do ano passado. No total dos seis primeiros meses deste ano, a comercialização do insumo somou 2,841 milhões de toneladas, um crescimento de 15% contra 2016.

O volume de vendas proveniente do contrato com a Klabin somou 202 mil/t estável na comparação com as 204 mil/t do trimestre exatamente anterior. De abril a junho de 2017, a receita líquida para a Ásia correspondeu a 36% do faturamento, seguida pela Europa, com 34%, América do Norte com 20% e América Latina, 10%.

Já a produção ficou praticamente estável no segundo trimestre de 2017, em 1,330 milhão de toneladas, ante 1,287 milhão em 2016. De janeiro a junho, a produção totalizou 2,534 milhões de toneladas, expansão de 2%. O estoque de celulose somou 890 mil/t, ou 52 dias, 4% inferior ao segundo trimestre de 2016 (931 mil/t, ou 54 dias).

No segundo trimestre de 2017, a Fibria não realizou paradas de fábricas para manutenção, o que beneficiou a produção na comparação com os três primeiros meses de 2017, tendo, assim, um avanço de 11% no período.

No primeiro trimestre deste ano, as paradas foram realizadas nas fábricas de Aracruz C e Jacareí. Agora, a Fibria realiza nova parada somente no quarto trimestre de 2017, sendo da unidade Veracel. “A extensão no prazo de inspeção das caldeiras e vasos de pressão de 12 para 15 meses permitirá uma redução no custo e aumento de produção no longo prazo. Em 2017 não há parada prevista para as Fábricas Aracruz A, Aracruz B e Três Lagoas”, detalhou a empresa, em informe de resultados.

O custo caixa da produção de celulose da Fibria foi de R$ 660 a tonelada no segundo trimestre de 2017, uma queda de 12,5% ante o trimestre exatamente anterior, que havia sido de R$ 754/t, e estável ante o segundo trimestre de 2016, de R$ 662/t.

Segundo a empresa, em informe de resultados, o recuo foi pela ausência de paradas programadas para manutenção de fábricas, maior resultado de utilidades (venda de energia) e menor consumo específico de químicos e energéticos devido à estabilidade operacional, parcialmente compensados pelo maior custo com madeira de natureza não recorrente e aumento de preços de químicos e energéticos.

Do custo caixa, 53% vêm da madeira, 21% de químicos, 10% manutenção, 6% com pessoal, 5% energéticos e 5% outros. Ao excluir o efeito de paradas de manutenção, o custo caiu 3%, em R$ 660/t, já que de janeiro a março ficou em R$ 680/t.

Despesas – De abril a junho de 2017, as despesas de vendas totalizaram R$ 131 milhões, 9% acima do mesmo período do ano passado e superior em 25% na comparação com os três primeiros meses de 2017.

As despesas totais e administrativas somaram R$ 68 milhões, 16% superior ao trimestre exatamente anterior, devido a maiores gastos com salários e encargos. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, as despesas mantiveram-se praticamente estáveis.

Já outras despesas somaram R$ 242 milhões no segundo trimestre de 2017, em comparação com uma receita de R$ 53 milhões no primeiro trimestre de 2017 e uma despesa de R$ 138 milhões no mesmo período do ano passado. “A variação em relação ao trimestre anterior é explicada em grande parte pelo impacto negativo da reavaliação dos ativos biológicos, que ocorreu devido a mudanças físicas e preços considerados na avaliação”, detalhou a empresa no seu informe de resultados.

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