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Papel de I&E nacional tem produção estável e aumento nas vendas

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Papel de I&E nacional tem produção estável e aumento nas vendas

31/05/2016 – Mantendo o mesmo patamar de produção, os fabricantes nacionais de papéis para imprimir e escrever (I&E) registraram aumento nas vendas do primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Enquanto as importações caíram 43,7%, as vendas domésticas cresceram 4,4% e as exportações subiram 5,2%, conforme consta na edição 23 do relatório estatístico Cenários Ibá.

Papel cuchêNo primeiro trimestre deste ano, os fabricantes nacionais produziram 620 mil toneladas de papéis para I&E, mil toneladas a mais do que no passado. O mercado interno ficou com 355 mil toneladas da produção, volume 4,4% maior que as 340 mil toneladas destinadas à venda doméstica anteriormente. As exportações tiveram alta de 5,2%, saltando de 212 mil toneladas para 223 mil toneladas no período de comparação.

No relatório Cenários Ibá, os dados de importação reúnem todas as classificações correspondentes aos tipos de papéis para impressão e escrita. Os desembarques destes papéis estrangeiros recuaram 43,7%, de 119 mil toneladas para 67 mil toneladas no primeiro trimestre de cada ano.

O resultado da produção mais a importação, descontada a exportação, indica o consumo aparente, que totalizou 464 mil toneladas de papéis para I&E entre janeiro e março deste ano, 11,8% menos do que as 526 mil toneladas dos três primeiros meses do ano anterior.

Outros tipos

Até março deste ano, os fabricantes nacionais produziram 2,57 milhões de toneladas de papéis em geral, 0,6% mais do que as 2,56 milhões de toneladas no período equivalente de 2015. Além de I&E, embalagens, imprensa e cartão tiveram aumento de produção. Os segmentos de papéis sanitários (-2,2%) e os classificados como outros (-4,8%) tiveram redução.

O mercado interno foi o destino de 1,32 milhões de toneladas de papéis no primeiro período do ano, volume 1,5% maior do que em 2015. Nas vendas domésticas, os segmentos de embalagem e sanitários tiveram resultado negativo, enquanto os demais registraram volumes superiores no comparativo trimestral.

Já as exportações aumentaram 11,5% em relação ao ano anterior, com recuo apenas no segmento cartão. Entre janeiro e março deste ano, as vendas ao exterior somaram 515 mil toneladas, ante as 462 mil toneladas do mesmo período de 2015.

Nas importações de papéis, a retração atingiu todos os segmentos, com percentuais menores nos grupos de imprensa e outros. Considerando todos os tipos de papéis, as importações do primeiro trimestre somaram 166 mil toneladas, queda de 37% diante as 264 mil toneladas internalizadas de janeiro a março  do ano passado.

Fonte: Andipa

 

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