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Madeira no Chile – Fernando Raga – Crescimento da política e da floresta do país

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Madeira no Chile – Fernando Raga – Crescimento da política e da floresta do país

28/11/2016 – Por muitos anos, parecia que o Chile tinha uma capacidade mais do que suficiente para gerar divisas, especialmente a partir dos altos preços que desfrutaram do cobre entre 2006 e 2014. Esta abundância, com a contribuinte de outros setores da economia, não era vista como de tal importância naqueles anos.

Mas, como todos sabemos, as coisas mudaram, e hoje nós valorizamos a capacidade de gerar renda para o país a partir de fontes diversificadas. Além disso, o baixo estágio de crescimento que atravessa a nossa economia tem gerado um interesse renovado em encontrar alavancas para estimular o desenvolvimento econômico; pois sem ele, o país não geraroa os recursos que permitam satisfazer as exigências na esfera social.

Neste contexto, o setor florestal é uma fonte importante de intercâmbio e desenvolvimento estrangeira; com um efeito multiplicador da mais alta economia; caráter renovável e, talvez, capacidade de combater os dois problemas ambientais mais graves: as alterações climáticas e a erosão.

Este setor, que se fortaleceu durante final do século XIX, atingiu um limite em sua expansão, principalmente devido à disponibilidade limitada de matérias-primas. Em um horizonte de cinco anos, não há um único grande projeto celulósico ou projetos de madeira (tábuas, madeira serrada).

Assim, se considerarmos a base do pico de exportação em 2014 – quando os seus preços que superaram US$ 6 bilhões com projetos para desenvolvimento – esse nível poderia aumentar as exportações por uma ordem de 15%, entrando em seguida, uma nova fase de estabilização.

Limitando a oferta de matéria-prima e principalmente afetando as PME dos segmentos de madeira que não possuem seus próprios recursos florestais, o que representa um sério desafio para o potencial de crescimento desses segmentos.

Para além desse horizonte de cinco anos, o setor ainda tem duas reservas que lhe permitem crescer no futuro: pequenos e médios produtores, hoje apenas parcialmente de desenvolvimento integrado e sustentável da floresta nativa administrável.

Este diagnóstico foi recolhido pela Política Florestal, promovido pelo Ministério da Agricultura, estabelecido no seu Eixo Estratégico “Produtividade e Crescimento Econômico”, uma meta de novas arborizações de 500.000 hectares de pequenos e médios proprietários de terras; e uma meta de incorporação de 1 milhão de hectares de manejo sustentável de florestas nativas, com um horizonte de 2035.

A conformidade com os dois gols poderia gerar novos postos de trabalho diretos e indiretos para cerca de 100.000 pessoas, além de auto-emprego para cerca de 30.000 pequenos agricultores e silvicultores; sem considerar seus benefícios ambientais importantes associados controle da erosão, o sequestro de carbono e valorização das florestas nativasEsta mostra uma porção do potencial que pode ser conseguido em uma das dimensões da política florestal e a importância de gerar medidas para a sua implementação.

Fonte: Corma

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Sobre o Autor
Fernando Raga - Madeira no Chile
Fernando Raga - Madeira no Chile
Fernando Raga é presidente do Corma (Corporação Chilena da Madeira).
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