Como empresas de Celulose & Papel podem alcançar uma economia de até 50 euros por tonelada

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Como empresas de Celulose & Papel podem alcançar uma economia de até 50 euros por tonelada

Os benefícios potenciais de melhorias operacionais realizadas na produção, manutenção e na cadeia de suprimentos podem ajudar as fabricantes de celulose e papel a alcançarem uma economia entre 20 a 50 euros por tonelada. Esta é a economia que as empresas estão deixando alcançar por não serem capazes de atingir o potencial dos seus ativos atuais.

O estudo da Pöyry identificou ainda que o aumento da concorrência e a queda da rentabilidade no mercado de celulose e papel aumentam a pressão sobre os players existentes nos mercados maduros.

Além disso, há sinais de que os mercados emergentes também estão amadurecendo. “A indústria mundial de celulose e papel evoluiu para uma arena altamente competitiva, na qual os fabricantes se colocaram na posição de menor custo possível para ganhar participação de mercado”, diz Gabriel Sousa, Principal Consultant da Pöyry Management Consulting.

Como as empresas não podem controlar as forças do mercado, a eficiência é a alavanca que elas podem controlar ativamente. “Em vez de olhar para novos investimentos, é necessário se concentrar na eficiência operacional dos ativos existentes. E os problemas são os mesmos em qualquer geografia e em todas fases do ciclo de investimento”, explica Sousa.

O documente destaca ainda que, em um mercado altamente competitivo, as empresas que maximizam o valor de seus ativos, independentemente da sua idade, alcançarão uma vantagem competitiva. “Isso pode impactar positivamente o volume de produção ou o consumo de matérias-primas e insumos, com impacto direto na equação de lucro, em qualquer condição de mercado”, avalia o executivo da Pöyry.

O desempenho operacional pode ser determinado pela qualidade dos ativos e dos processos, pelas pessoas, organização e pelos sistemas de gerenciamento. Neste contexto, a Pöyry desenvolveu uma metodologia que incorpora as melhores técnicas de melhoria contínua e conta com especialistas da indústria para investigar detalhadamente o desempenho das usinas. “Nossa metodologia comprovada de Execução Gap baseia-se em análises de dados e insights sobre operações, cadeia de suprimentos e organização”, detalha Gabriel Sousa. “Qualificar e quantificar a Execução Gap de uma operação é a diferença entre desempenho atual e potencial. Da oportunidade de melhoria resultante, cerca de 55% podem ser atribuídos ao aumento da produção e 45% à economia de custos variáveis. Esse valor oculto pode ser a diferença entre sobrevivência e falha”, finaliza.


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